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Universidade Lusófona do Porto

Cartografia de Risco

Apresentação

A unidade curricular procura o aprofundamento e a integração de conhecimentos adquiridos em unidades anteriores no âmbito do risco, sua modelação, avaliação e gestão, com vista à sua representação espacial em plataforma SIG e articulação com os processos de planeamento de emergência.

Curso

Engenharia de Proteção Civil (ULP)

Grau|Semestres|ECTS

| Semestral | 5

Ano | Tipo de unidade curricular | Lingua

3 |Obrigatório |Português

Código

ULP928-23467

Disciplinas complementares recomendadas

Sistemas de Informação Geográfica.

Riscos Naturais e Ambientais.

Riscos Tecnológicos e Sociais.

Risco de Incêndio e Comportamento do Fogo.

Planeamento e Ordenamento do Território.

Gestão de Risco.

Estágio profissional

Não

Conteúdos Programáticos

1. Análise da dimensão espacial e temporal do risco. Modelos conceptuais na teoria dos riscos.

2. Processos naturais e cartografia do risco

2.1. Cartografia dos riscos meteorológicos. Ondas de calor, vagas de frio e queda de neve.

2.2. Os processos de circulação hídrica e definição de áreas inundáveis.

2.3. Geomorfologia fluvial e cartografia do risco de inundação repentina e processos torrenciais.

2.4. Processos geomorfológicos e suscetibilidade. Cartografia com suporte em modelos de base estatística e em modelos de base física.

3. Cartografia da vulnerabilidade e cartografia do risco. Avaliação do grau de perda e dano potencial.

4. Avaliação do risco específico e risco total.

5. Casos de estudo.

Objetivos

Os objetivos da unidade curricular são:

1. Compreender as metodologias de elaboração da cartografia de riscos;

2. Identificar áreas de risco;

3. Integrar a informação sobre a dinâmica do meio físico com a identificação de risco;

4. Modelação de cartografia de risco em sistemas de informação geográfica (SIG);

5. Introduzir a problemática do risco no planeamento de emergência.

 

No final do semestre, os alunos devem ser capazes de:

1. Conhecer e aplicar diversos métodos de cartografia de riscos;

2. Desenvolver competências relacionadas com a identificação de áreas de risco;

3. Relacionar a dinâmica do meio físico com a identificação de risco;

4. Compreender a dinâmica do meio físico, integrando-a em sistemas de informação geográfica (SIG);

5. Articular a problemática do risco com os processos de planeamento de emergência;

6. Produzir cartas de risco.

Metodologias de ensino e avaliação

METODOLOGIA: Aulas com apresentações teóricas onde se caracterizam os temas e metodologias a desenvolver e exercícios de aplicação prática através de métodos de produção cartográfica no âmbito do risco, com base em software SIG. Serão executados exercícios com diferentes metodologias de construção de cartografia de risco para vários processos danosos.

AVALIAÇÃO: Avaliação contínua, com o desenvolvimento de um trabalho prático (60%) ao longo do semestre e uma prova escrita final (40%). O trabalho prático é objeto de duas apresentações. A primeira sobre o estado atual dos conhecimentos sobre o tema em análise, objetivos e metodologias a desenvolver. A segunda corresponde à apresentação final do trabalho que terá obrigatoriamente a respetiva cartografia de risco. Todos os elementos de avaliação contínua são obrigatórios. A participação nas aulas é obrigatória e o estudante não pode faltar a mais que 25% das aulas.

Bibliografia principal

Alessandro Chelli, et al (2021) Geomorphological tools for mapping natural hazards, Journal of Maps, 17:3, 1-4, DOI: 10.1080/17445647.2021.1920794.

  • Altan, O.; Backhaus, R.; Boccardo, P.; Zlatanova, S. (Eds.) (2010). Geoinformation for Disaster and Risk Management. Examples and Best Practices.
  • ANPC (2009) - Guia para a Caracterização de Risco no Âmbito da Elaboração de Planos de Emergência de Proteção Civil, Cadernos Técnicos PROCIV, nº 9, Lisboa.
  • Julião, R.; Nery, F.; Ribeiro, J.; Branco, M.; Zêzere, J. (2009). Guia metodológico para a produção de cartografia municipal de risco e para a criação de SIG de base municipal. ANPC, DGOTDU, IGP.
  • Leal, M. (2013). Proposta de um método de avaliação da susceptibilidade natural às cheias em pequenas bacias hidrográficas, VI Congr. Nac. de Geomorfologia, Coimbra.
  • Reis, E. (2011). Análise de bacias hidrográficas, susceptibilidade à ocorrência de cheias e sistemas de informação geográfica. VIII Congr. Geografia Portuguesa, Lisboa.

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