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Universidade Lusófona do Porto

A formação do Treinador de Futebol no Contexto Nacional

Reportagem da formação contou com a presença de Rui Quinta (Treinador de Futebol)



De forma a conseguir a participação e a fazer perceber a comunidade académica as funções, os conhecimentos e as competências de um treinador de futebol, no contexto futebolístico nacional. A aula aberta - dia oito de outubro - passada segunda-feira, contou com a participação de Rui Quinta. Agora, com 57 anos e no mundo administrativo do futebol, desde o início da década de 90, a partir de 2000 ganha responsabilidades como treinador profissional de futebol.

Com mais de duas décadas de futebol e mais de uma década como treinador, Rui Quinta já foi do mais alto representante da equipa técnica de um símbolo inúmeras vezes com presença em inúmeros clubes e diferentes divisões: Gil Vicente, Penafiel, Vizela e, atualmente, Sporting Clube de Espinho - equipa do Campeonato de Portugal- equivalente à terceira liga, sendo já, a sua segunda época como técnico principal desta.

A sua função, os conhecimentos e as competências de Treinador de Futebol, no contexto futebolístico nacional, foram traduzidos na oportunidade de fazer parte da equipa técnica de um dos grandes do futebol português: foi treinador adjunto de Vítor Pereira, aquando da sua presença no FCP - Futebol Clube do Porto.

É neste seguimento que o profissional de futebol recordou e partilhou com a comunidade académica, algumas experiências, no clube azul e branco. As condições não podiam ser mais distintas daquelas que Rui Quinta, teve no Dragão, enquanto treinador adjunto de Vítor Pereira, na última equipa (bi)campeã pelo FC Porto, mas em Espinho as adversidades são vistas como maneiras de evoluir, confessa. "É esta a vida de um treinador de futebol na 3ª divisão portuguesa", reitera. Também parte desta palestra foi uma análise intrínseca daquela que é a sua carreira e métodos de trabalho. Reconhece que são inúmeros os fatores que levam ao sucesso individual mas, principalmente, coletivo. " Isto tudo influencia o desempenho e o desfecho." Reconhecendo e recordando inúmeras vezes que optou por uma ordem diferente de trabalho: "(...) Foi neste sentido que mudei bastante a minha forma de treinar, a forma como direciono os exercícios, a forma como comunico com os jogadores (...)

Deixando bem claro que para o exercício das funções que tem há valores indiscutíveis: exigência, confiança, profissionalismo, exigência, carácter de vencedor e espírito de sonhador - como em qualquer outra carreira, acrescenta. "Nós, desde que chegámos, pedimos em cada treino exigência máxima, concentração máxima, disponibilidade máxima. Ou seja, não há dia nenhum que seja diferente disto."

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