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Universidade Lusófona do Porto

Reportagem: Aula Aberta de Públicos e Audiências

Um olhar diversificado de vários profissionais sobre os públicos



Sobre a composição da mesa de oradores, moderado na voz de Maria José Brites - professora associada na Universidade Lusófona do Porto - investigadora no centro de investigação em comunicação aplicada, cultura e novas tecnologias. Coordenadora portuguesa do Projeto Europeu Media in Action - MIA. É membro de três redes de investigação. E defende, continuadamente, ¿a necessidade de transpor a teoria para a realidade do trabalho jornalístico". Na passada terça-feira, dia 11 de dezembro, o salão nobre recebeu sobre a premissa de uma aula aberta e com o objetivo de proporcionar aos estudantes de comunicação, um olhar diversificado de vários profissionais sobre os públicos, dos média aos públicos da cultura.

Porque de cultura se fala, não fazia senão sentido chamar para dar voz a estas temáticas projetos e espaços bem conhecidos, da cidade do porto.

Susana marques - gestora cultural, consultora e investigadora. Com um vasto percurso académico, é Doutoranda em economia e empresa pela Universidade de Santiago de Compostela; Mestre em gestão de serviços pela Católica Porto Business School; Licenciada em gestão do património pelo Instituto Politécnico do Porto e formadora certificada nas áreas de gestão cultural e organizações culturais. Foi consultora de municípios, centros culturais, teatros e museus e docente no ensino superior universitário, politécnico e artístico. É, na atualidade, administradora do Teatro Nacional de São João e no decorrer da sua palestra abordou a temática "duas décadas de públicos no tnsj". Neste sentido, a administradora partilhou alguns dos seus desafios neste trabalho. Desde "a transformação do digital", a ¿captação do interesse jovem", a peripécias da gestão de uma espaço tão vasto e "reconhecido nacionalmente".

Daniel Pires - diretor-geral dos maus hábitos - teve como tema da conferência: "programação e compromisso". Nesta continuidade, o diretor, falou sobre a tentativa de uma constante atualização", acentuando, o "desafio de captar novos públicos", revelando algumas da estratégias para tal: "utilização constante e inteligente das redes sociais", a "proximidade à esfera mediática" e reitera, a importância de para um espaço "como este", incluir "a diversidade de música, de pessoas, de culturas".

Dina Lopes, coordenadora do programa paralelo e mediação de públicos do teatro municipal do porto - Rivoli - revelou, a um salão algumas soluções e desafios impostos pela mediação no teatro municipal do porto, definindo, claramente, os seus objetivos e estratégias.

Fábio Sernadas, Diretor da empresa FAIRE Magazine e recém-licenciado pela Universidade Lusófona do Porto, em Ciências da Comunicação - levantou uma diferente interpretação. No tema da conferência: "Revistas, moda e o seu público". Confessa, que este projeto que está hoje em marcha e a um bom ritmo, "ser um sonho que o moveu" à ação.

A FAIRE é uma revista de moda e lifestyle, que tem como principal objetivo divulgar talentos, marcas e projetos jovens e que primam pela excelência e qualidade. Na sua equipa ¿reúne um grupo de jovens que desafiam a realidade do jornalismo atual", Partilhou com o público, a importância dos meios digitais, visto que ¿a revista divulga notícias, projetos e eventos de carater mediático e informativo", através da rede.