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Universidade Lusófona do Porto

A Proteção Civil e o seu ativismo em 2018 - Reportagem

A Proteção Civil como fator de Coesão Social e de desenvolvimento económico



Face aos eventos do verão passado, nomeadamente os incêndios florestais que atingiram uma magnitude extremamente elevada, e à polémica envolvendo os mesmos, onde a competência e a eficácia da Proteção Civil foram postas em causa, no dia 25 de maio deu-se a IV Sessão do VIII Ciclo de Debates Tecnologia e Sociedade, organizada pelo mestrado de Proteção Civil e intitulada de "A Proteção Civil como fator de coesão social e de desenvolvimento económico".

José Artur Neves, Secretário de Estado da Proteção Civil foi o orador convidado. Este apresentou ao longo da sessão medidas que a Proteção Civil tem vindo a tomar que efetivamente têm melhorado a economia do país, assim como aumento a coesão social, pois esta desmoronou- se em parte face à conjuntura do ano anterior. Dá enfase à sensibilização da limpeza das matas e das áreas envolventes às habitações nas "mais de 6 mil aldeias identificadas em estado de riso", estando já estas medidas inseridas na legislação desde 2006.

"Estamos a enfrenta-lo, primeiro com a sensibilização juntos dos cidadãos portugueses, particularmente aqueles que vivem nas aldeias isoladas (...), no sentido de se prevenirem (...) e auto protegerem", explicou o Secretário de Estado da Proteção Civil ao Noticias Lusófona.

Inicialmente houve imensa resistência por parte das populações e dos autarcas face à restrita imposição das medidas já mencionadas, porém é visível uma preocupação por parte das camaras atualmente que não existia antes.

Afirma por fim que "é certo que hoje Portugal está mais limpo; está em muito melhores condições de defender cidadãos que vivem nas aldeias (...); e patrimonialmente também está melhor defendido". (Neves, J. A.)