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Universidade Lusófona do Porto

Compliance e Sustentabilidade: Uma perspetiva brasileira e portuguesa

As transformações sociais, ambientais e económicas sobre a máxima de Compliance



Pelas 9 horas do dia 5 de Fevereiro, discutiu-se na Sala de Atos as transformações sociais, ambientais e económicas sobre a máxima de Compliance.

Para dar início a este dia de reflexão, o Professor Doutor Rui Albuquerque da ULP, recebeu os convidados, desejou uma boa sessão e partilhou algumas das suas experiências de negócio, no Brasil. Convida a mesa de oradores a escrever um género de ATA e/ou relatório para depois publicar na revista da Universidade Lusófona e deixar disponível para toda a comunidade académica.

Acrescenta que seria muito enriquecedora uma repetição deste evento para as pós-graduações e mestrados da Lusófona do Porto. Cruzando a área da gestão, direito e ainda turismo.

Compliance do Investimento Social: oportunidades e desafios, por Grace Garbaccio

Ainda na apresentação e início de discussão agradece a forma como foi recebida na Lusófona, primando, diz esta, pelas boas vindas e uma completa recessão e interesse da Universidade. Na sua apresentação apresenta as linhas condutoras da prática no Compliance. Em incidência, o mercado brasileiro.

De denotar que a troca de experiências entre os oradores com base no Brasil e outros com base portuguesa. Desde a indústria, aos problemas sociais, investimentos e a sustentabilidade de negócio.

Compliance do Agronegócio, por Soraya Saad, representante do grupo Nhandu

Tem 14 anos de carreira, desde estagiária até hoje - em que é responsável pelos assuntos jurídicos do grupo - trabalha com uma empresa que tem no seu alvará empresarial vários grupos de investimento em produtos alimentares, vegetais e animais.

Sendo o Brasil, o maior produtor de açúcar e na linha da frente na produção bovina, da soja e outros, a oradora partilha estudos de caso sobre as porções de terra que são tomadas, para a prática desta indústria primária. Na sua apresentação, houve espaço para abordar algumas plataformas mundiais de instituições e grupos ambientalistas que marcam algumas alterações na prática, como a green peace. A visão económica, acompanhada de uma visão civil, na preservação ambiental, fomentou uma comparação de mercados lusófonos: as condições de trabalho, a dimensão das terras e, acima de tudo, os ideais de produção, pelo qual se guiam estes países irmãos.

O financiamento, os mecanismos de controlo e fiscalização, as cadeias produtivas do agronegócio brasileiro. Ao longo da sua elocução partilha que o Brasil mantém preservado a sua mata nativa, em mais de 66% do seu território.

Compliance sócio-ambiental na mineração

Lígia Abreu, docente na Universidade Lusófona do Porto, aborda na sua apresentação a história cultural da mineração em Portugal: "conflitos e boas práticas". Reflete algumas peripécias que resultam das características tipográficas e geográficas, do território português. Em especial enfoque, as várias minas do país, como por exemplo, as minas de São Domingos. A este se segue a reflexão sobre o trabalho e estudos de impacto ambiental, por parte dos organismos estratégicos e com ligações, geralmente estatuais.

Vinícius Laender, do departamento Jurídico da empresa Yara Fertilizantes, com residência em Minas Gerais, partilhou na sua elocução, aquele que era o trabalho da Yara Fertilizantes, visto que no mercado brasileiro é, segundo este, "um dos maiores investimentos particulares da atualidade, no Brasil". Sendo este um negócio que, por medidas estatuais, segue uma elevado número de parâmetros e medidas de segurança, Vinicius focou-se na extensão de terreno da empresa, a construção das barragens para produção elétrica, a mobilidade do material - por veio de corrente - para produção, entre Outros. Todas estas particularidades para a sustentabilidade e preservação ambiental.

Seguiram-se, na parte da tarde e após a paragem do almoço, apresentações no sentido da gestão de risco e responsabilidade empresarial, tanto no setor das energias como na mineração. Na mesa de oradores, docentes da Lusófona do Porto como Ricardo Carneiro e Alexandra Vilela e para fazer contraste, profissionais da área com experiência no mercado brasileiro.

No panorama de Gestão de Riscos e Responsabilidade Empresarial, a Universidade Lusófona do Porto, recebeu Ivan Rigoletto, representante da Imerys e André Andrade, da Gerência Geral de Sustentabilidade - Mineração Usiminas/MUSA.

Para terminar, na última mesa de oradores do dia, refletiu-se sobre o setor de energia: desafios e oportunidades no Brasil. Para dar voz a esta problemática, Márcio Zucatelli, da EDP Brasil e Rachel Starling (Gerência de Licenciamento - Rio Energy).

Este evento terminou com umas palavras de agradecimento por parte da organização, resumo do dia de trabalho e a calendarização dos dias seguintes: esta palestra ainda iria viajar por mais 3 cidades portuguesas.