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Universidade Lusófona do Porto

Exercício Físico e Demência

Resumo da sessão que decorreu no âmbito do Ciclo de Seminários em Exercício e Saúde



Numa altura em que nunca se falou tanto de saúde mental, devido ao confinamento nestes últimos meses, a Universidade Lusófona do Porto realizou mais um webinar.

A sessão, subordinada ao exercício físico e demência, procurou esclarecer os participantes em torno de vários aspetos subjacentes a este tema, tais como o declínio cognitivo ligeiro (DCL), a demência, a doença de Alzheimer (uma forma de demência), e os vários programas de exercício recomendados para pessoas com este tipo de patologias.

No decorrer do evento, que contou com a convidada e oradora Arnaldina Sampaio, foi possível perceber a importância da atividade física a vários níveis, tanto na saúde física e psicológica como na cerebral e cardiovascular.

Segundo a investigadora "a atividade e o exercício físico, para além de melhorarem a atividade cognitiva, podem atenuar o progresso deste tipo de patologias".

Durante a oralidade, a palestrante abordou os principais problemas que enfrenta no exercício da sua profissão e explica-nos quais são os sinais mais frequentes de alguém com declínio cognitivo ligeiro ou demência: "esquecer-se de uma data que para essa pessoa sempre foi importante" ou "dificuldades na evocação de palavras, em evocar algo que seria banal e comum", sublinha.

Segundo a oradora, o que procurou passar nesta apresentação foi essencialmente o que aprendeu in loco. Apresentou aquilo que no seu ponto de vista é "importante ter em consideração na prática" quando se lida com pessoas neste registo, não se baseando em "coisas tão científicas".

Já na reta final da sessão, houve tempo para toda a comunidade levantar algumas questões.

Por Fábio Costa