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Universidade Lusófona do Porto

Reportagem: A Dependência da Saúde e do Exercício

A Saúde e o Exercício relacionam-se entre si e apresentam uma certa relação de dependência mútua.



A Sessão de Abertura do presente ano letivo da Faculdade de Psicologia, Educação e Desporto (FPED) da Universidade Lusófona do Porto trouxe à instituição anfitriã o Dr. José Oliveira, professor associado da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto (FDUP).

Recorrendo à infografia, o professor começa a sessão por expor como a atividade física está presente em vários contextos e como esta varia de pessoa para pessoa, tendo em conta as suas escolhas e as obrigações a que estão sujeitas. No entanto, de forma geral, os adultos passam mais de 50% do seu tempo diário a realizar atividades muito ligeiras.

"Qual a relação do exercício e da saúde então?", questiona o auditório. A relação patente entre estes relaciona-se com a atividade física de intensidade moderada e rigorosa, a que é possível chamar-se de exercício também, uma vez que este é uma subcategoria da atividade física. O exercício é, assim, uma prática deliberada, intencional, planeada, organizada, continua e intensa; e tem como objetivo aumentar a resistência do individuo e a tolerância à prática do exercício. Isto, como é óbvio, faz com que o individuo se torne mais saudável. Pode-se, assim, afirmar que esta é, talvez, a relação dual mais óbvia entre os dois elementos.

José Oliveira associou também a televisão como um elemento de sedentarismo e um risco de mortalidade. Cinco horas ou mais de televisão diária aumentam efetivamente esse risco. O sedentarismo também promove uma menor aptidão cardiorrespiratória, uma maior probabilidade de doença e por consequente um maior risco de mortalidade.

Contudo o exercício não é só algo que torna o individuo mais saudável e que pode prevenir doenças. É, também, um elemento de prevenção secundária em indivíduos já doentes. Está, assim, presente a outra relação da saúde e do exercício, a menos óbvio.