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Universidade Lusófona do Porto

Psicopatologia do Desenvolvimento

Apresentação

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Curso

Psicologia Clínica e da Saúde (ULP)

Grau|Semestres|ECTS

| Semestral | 5

Ano | Tipo de unidade curricular | Lingua

1 |Obrigatório |Português

Código

ULP785-13637

Disciplinas complementares recomendadas

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Estágio profissional

Não

Conteúdos Programáticos

- A abordagem da Psicopatologia do Desenvolvimento e suas origens

- Pressupostos concetuais da abordagem desenvolvimental do psicopatologia

. Interação entre o normal e patológico, influências contextuais, trajetórias de desenvolvimento, fatores de risco e de proteção, resiliência, estabilidade/mudança desenvolvimental, multifinalidade/equifinalidade, transação

. Contributos do período fetal para a emergência de trajetórias de desenvolvimento inadaptativas

. Epigenética probabilística e a hipótese da suscetibilidade diferencial

. Contributos da desregulação emocional para a emergência de trajetórias de desenvolvimento inadaptativas

- As relações como contextos de risco/proteção do desenvolvimento de problemas de ajustamento: a vinculação; o sistema familiar

- Contextos de desenvolvimento e problemas de ajustamento: interação com os pares, escola, vizinhança e cultura

- Trajetórias de desenvolvimento dos problemas de internalização e externalização e problemas de personalidade mais prevalentes

Objetivos

No final desta unidade curricular, espera-se que os estudantes sejam capazes de:

OA1. Descrever os principais conceitos e pressupostos da abordagem da psicopatologia do desenvolvimento;

OA2. Compreender a dinâmica biopsicossocial, com ênfase nas dimensões relacionais e familiares, envolvida na emergência de trajetórias de desenvolvimento inadaptativas;

OA3. Analisar como os diferentes contextos de desenvolvimento podem contribuir para o risco ou proteção de problemas de ajustamento;

OA4. Aplicar a abordagem da psicopatologia do desenvolvimento na compreensão dos problemas de ajustamento de crianças e jovens;

OA5. Identificar os múltiplos fatores e processos desenvolvimentais de emergência e manutenção dos problemas de ajustamento mais prevalentes em crianças e jovens.

Metodologias de ensino e avaliação

As metodologias de ensino incluem aulas de natureza expositiva, análise orientada de artigos empíricos, discussão de casos práticos, pesquisa bibliográfica, apoio em sala de aula e feedback (por pares e pelos docentes) sobre as tarefas produzidas em grupo. As horas de trabalho autónomo asseguram a leitura da bibliografia principal, as tarefas de avaliação formativa e o trabalho de grupo

Avaliação contínua, em regime presencial, implicando a presença em 75% das aulas. A classificação final resulta da seguinte ponderação: (i) uma prova escrita (50%); (ii) Apresentação oral e redação escrita de um relatório prático, em grupo, que visa a aplicação dos conteúdos programáticos na compreensão de trajetórias de desenvolvimento inadaptativas com recurso a conteúdos audiovisuais (35%); (iii) relatório individual de reflexão sobre o processo de tomada de decisão no relatório prático (10%) (iv); Qualidade da participação oral e envolvimento nas tarefas propostas (5%).

Bibliografia principal

Belsky, J. & Pluess, M. (2009). Beyond diathesis stress: Differential susceptibility to environmental influences. Psychological Bulletin, 135, 885-908.

Cassidy, J., & Shaver, P. (2018). Handbook of attachment: Theory, research, and clinical implications (3rd ed).

Chiccetti, D. (2018). Developmental psychopathology. New York: Wiley.

Corval, R., Belsky, J., Baptista, J., Oliveira, P., Mesquita, A., & Soares, I. (2017). Inhibited attachment disordered behavior in institutionalized preschool children: Links with early and current relational experiences. Attachment & Human Development, 19, 598-612.

Cummings, E.M., Davies, P., & Campbell, S. (2002). Developmental psychopathology and family process.

van den Bergh, B. R. (2011). Developmental programming of early brain and behaviour development and mental health: A conceptual framework. Developmental Medicine & Child Neurology, 4, 19¿23.

Vohs, K. D., & Baumeister, R. F. (2016). Handbook of self-regulation: Research, theory, and applications.

 

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