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Universidade Lusófona do Porto

Comportamento Antissocial na Infância e Adolescência

Apresentação

Esta unidade curricular permite familiarizar os estudantes com o conceito de comportamento antissocial, respectivos subtipos (e.g., traços psicopáticos) e principais manifestações na infância e na adolescência. Pretende-se também que os alunos desenvolvam competências de formulação/compreensão do comportamento antissocial, com base em modelos conceptuais (e.g., cognitivo-comportamentais) com evidência empírica. 

Curso

Justiça Juvenil e Proteção de Crianças e Jovens em Perigo (M) (ULP)

Grau|Semestres|ECTS

| Semestral | 6

Ano | Tipo de unidade curricular | Lingua

1 |Obrigatório |Português

Código

ULP6037-21728

Disciplinas complementares recomendadas

Não aplicável. 

Estágio profissional

Não

Conteúdos Programáticos

  1. O continuum do comportamento antissocial: Do normal ao patológico
  2. Definições e subtipos de comportamento antissocial
  3. Estabilidade do comportamento antissocial, dano funcional e relação com diagnósticos psiquiátricos
  4. Comportamento antissocial e delinquência juvenil: Pontos de interface
  5. Traços psicopáticos na adolescência: Uma perspetiva evolucionária
  6. Fatores de risco e de proteção para o comportamento antissocial: O modelo dos Big Eight
  7. Modelos explicativos do comportamento antissocial:
    1. Comportamentais
    2. Cognitivos
    3. Cognitivo-Contextuais
    4. Sistémicos
  8. Implicações para a prática profissional

Objetivos

No final desta unidade curricular, espera-se que os alunos sejam capazes de:

- Identificar as principais manifestações do comportamento antissocial na infância e na adolescência;

- Reconhecer diferentes subtipos de comportamento antissocial, bem como a sua relação com a delinquência e/ou a psicopatia;

- Identificar os fatores de risco e de proteção para o comportamento antissocial;

- Compreender os fatores etiológicos e de manutenção do comportamento antissocial, a partir de modelos conceptuais baseados em evidência, nomeadamente os comportamentais, os cognitivos, os cognitivo-contextuais e os sistémicos.

Metodologias de ensino e avaliação

Exposição oral dos conteúdos teóricos com recurso a materiais audiovisuais; trabalhos de pesquisa; leitura, análise e discussão de artigos científicos, análise de casos práticos. Metodologias de avaliação: A avaliação contínua consiste na realização de uma prova escrita (ponderação de 60%) e de um trabalho de grupo com componente escrita (30%) e apresentação oral (10%). O trabalho consiste na seleção de um subtipo de comportamento antissocial (e.g., comportamentos sexuais desviantes) e de um modelo teórico: os alunos deverão definir e caraterizar o comportamento à luz da abordagem teórica selecionada. O trabalho pressupõe ainda uma reflexão crítica acerca das potencialidades e das limitações da abordagem teórica face à sua capacidade de conceptualizar o comportamento selecionado. A avaliação das componentes teórica e prática são independentes e necessitam de aprovação a ambas, ou seja, a obtenção de uma avaliação não inferior a 9,5 valores. A avaliaçao final: exame escrito (100%).

Bibliografia principal

Andrews, D. A. & Bonta, J. (2010). The psychology of criminal conduct. Newark: LexisNexis/Mathew Bender. 

Kazdin, A. E., & Buela-Casal, G. (2001). Conduta anti-social. Avaliação, tratamento e prevenção na infância e na adolescência. Lisboa: McGraw-Hill.

Patterson, G. R., Reid, J. B., & Dishion, T. M. (1992). Antisocial boys. Eugene: Castalia Publishing Company.

Ribeiro da Silva, D., Rijo, D., & Salekin, R. (2015). The evolutionary roots of psychopathy. Aggression and Violent Behavior, 21, 85-96.

Rijo, D., Brazão, N., Ribeiro da Silva, D., & Vagos, P. (2017). Intervenção psicológica com jovens agressores. Lisboa: PACTOR.

Stoff, D. M., Breiling, J., & Maser, J. D. (1997). Handbook of antisocial behavior. New York: John Wiley & Sons, Inc. 

 

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