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Universidade Lusófona do Porto

Psicologia Clínica e da Saúde

Curso

Psicologia (ULP)

Grau|Semestres|ECTS

Licenciatura | Semestral | 6

Ano | Tipo de unidade curricular | Lingua

3 |Obrigatório |Português

Total de horas de Trabalho | Tempo de Contacto (horas)

162 | 45

Código

ULP608-7074

Disciplinas complementares recomendadas

Não aplicável

Modalidade de Ensino

Face-a-face

Precedências

Não

Estágio profissional

Não

Conteúdos Programáticos

1. Bases fundacionais da Psicologia Clínica
- Definição e delimitação
- Modalidades de intervenção em psicologia clínica
- Competências profissionais em psicológica clínica
- Contextos de aplicação da psicologia clínica
- Avaliação e intervenção psicológica baseadas na evidência: critérios, procedimentos e implicações
- Ciência e pseudociência em psicologia clínica: o exemplo da psicoterapia

2. Modelos de prevenção em saúde mental: conceitos, procedimentos e evidência empírica

3. Bases fundacionais da Psicologia da Saúde
- Definição e delimitação
- Modelo biopsicossocial
- Promoção da saúde e mudança do comportamento em saúde
- Comportamentos promotores de saúde
- Comportamentos de risco de saúde
- Stress, doença e coping
- Psiconeuroimunologia
- Coping com doenças crónicas
- Aspetos interpessoais e comunicacionais entre profissional-paciente na adesão médica
- Contextos de aplicação em psicologia da saúde

Objetivos

- Identificar as competências clínicas, éticas e profissionais em psicologia clínica
- Distinguir as diferentes modalidades de intervenção em psicologia clínica
- Distinguir práticas profissionais baseadas na ciência das práticas baseadas na pseudociência em psicologia clínica
- Descrever criticamente os modelos de referência de prevenção em saúde mental
- Compreender as implicações do modelo biopsicossocial no domínio da psicologia da saúde
- Explicar as relações teóricas entre stress, psiconeuroimunologia, doença e coping
- Comparar e contrastar os comportamentos promotores e de risco em saúde
- Explicar como variáveis psicológicas e relacionais estão associadas à adesão ao tratamento médico
- Identificar os contextos de aplicação da psicologia clínica e da saúde

Conhecimentos, capacidades e competências a adquirir

- Utilizar os procedimentos recomendados para identificação e seleção de intervenções clínicas baseadas na evidência empírica.
- Demonstrar a aplicação de critérios de evidência empírica na análise de revisões sistemáticas e meta-análises sobre eficácia e efetividade de intervenções psicológicas em domínios específicos.
- Proceder e redigir revisões da literatura orientadas para a fundamentação de intervenções preventivas.
- Redigir objetivos gerais e específicos em programas de prevenção.
- Selecionar o tipo/método de prevenção mais adequado, em função do grau do risco, população-alvo, prevalência e incidência de um determinado problema/perturbação.
- Comunicar oralmente e por escrito uma proposta de necessidade de intervenção preventiva.

Metodologias de ensino e avaliação

Diferentes metodologias estão planeadas, com vista a atingir os objectivos de aprendizagem da UC: (1) a exposição teórica dos conteúdos e a visualização de vídeos (2) Leitura e discussão de artigos e capítulos, em pequeno e em grande grupo, com vista à reflexão crítica e à exposição argumentativa dos conteúdos da UC. Os estudantes poderão optar por uma das seguintes modalidades de avaliação:
1. Avaliação mista em regime presencial (implica a presença em pelo menos 75% das aulas) e resulta da seguinte ponderação: dois testes (60%) e tarefas e atividades práticas individuais e em grupo (e.g., disscussão de uma meta-análise sobre a eficácia de diferentes modalidades de intervenção psicológica). O estudante terá de obter nota minima de 8 valores a todos estes elementos para se manter na avaliação contínua.
2. Avaliação Final. Exame final escrito com ponderação de 100%.

Bibliografia principal

- Lilienfeld, S., Lynn, S., & Lohr, J. (2014). Science and pseudoscience in clinical psychology. New York, NY: Guilford Press.
- Lilienfeld, S., Ritschel, L., Lynn, S., Cautin, R., & Latzman, R. (2014). Why ineffective psychotherapies appear to work: A taxonomy of causes of spurious therapeutic effectiveness. Perspectives on Psychological Science, 9, 355-387.
- Norcross, J. C., Beutler, L. E., & Levant, R. F. (2007). Evidence- based practices in mental health. Washington, DC: American Psychological Association.
- Rodolfa, E., Bent, R., Eisman, E., Nelson, P., Rehm, L., & Ritichie, P. (2005). A cube model for competency development: Implications for psychology educators and regulators. Professional Psychology: Research and Practice, 36, 347-354.
- Romano, J. (2014). Prevention psychology: Enhancing personal and social well-being. Washington: American Psychological Association.
- Taylor, S. (2015). Health Psychology (9th edition). NY: McGraw-Hill.