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Universidade Lusófona do Porto

Máquina Ctônica

Ciclo Rivoli/ULP 2020 "Olhares da Terra"

Conferência

Data

Teatro Rivoli

Manuel Bogalheiro
manuel.bogalheiro@gmail.com>

21 Janeiro 2020

Sinopse
Esta apresentação irá abordar o processo iniciado com a peça "O Poço" e a sua primeira manifestação cénica apresentada em 2017 no Teatro Municipal Rivoli. "O Poço" é uma investigação acústica sobre o subterrâneo, sobre o inconsciente colectivo da terra, sobre a circulação de sangues, entre o orgânico e o inorgânico. Uma zona cronologicamente animada por delírios ctónicos, pela extração mineira, por tácticas de guerrilha, ou por paranoias militares de vigilância, corpos colectivos que formam máquinas e mecanismos que consomem corpos.

Orador
Jonathan Uliel Saldanha
Vive e trabalha no Porto. Construtor sonoro e cénico, que aborda com o seu trabalho elementos de pré-linguagem, cristalização, animismo e eco. De Setembro de 2020 a Setembro de 2022 será artista associado do Teatro Municipal do Porto.

Em 2019 apresentou a instalação Vocoder & Camouflage (Cordoaria Nacional Lisboa), a peça SCOTOMA CINTILANTE, para coro de cegos e partitura-escultura (Universidade Católica do Porto, Teatro Nacional São Carlos Lisboa) na Bienal BoCa de 2019, e BROKEN FIELD ATLANTIS um concerto com partitura de luz (TMRivoli). Em 2018 apresentou a peça SØMA onde um grupo de adolescente surdos traduzem em  gesto as filmagens de um tribunal animista, apresentado na Culturgest Lisboa e no TM Rivoli, Porto.
Paralelamente foram feitas as exposições Behemoth Republic no ciclo Geometria Sónica no Arquipélago Centro de Artes, São Miguel, Açores e Dismorfia na UCP.
 
Entre 2016/17, apresentou a peça O POÇO no Festival DDD - RIVOLI Porto; a instalação de luz/som OXIDATION MACHINE no Festival DoDisturb - Palais de Tokyo, Paris e na Casa de Serralves Porto; a peça PLETHORA para coro/eletrónica/espaço ressonante nos festivais Out.Fest e verão Azul, Portugal; e a exposição AFASIA TÁTICA na Culturgest e ANÓXIA na Anozero Bienal de Coimbra.
Desde 2009, Saldanha compôs e apresentou uma série de sistemas para coro / espaço eletrônico / ressonante: KHOROS ANIMA, SANCTA VISCERA TUA, DEL, SILVO UMBRA e PLETHORA. Além disso, dirigiu a peça JUNGLE MACHINE e co-criou as peças NYARLATHOTEP e REI TRILOGY apresentando em locais como o Teatro RIVOLI, Museu de Serralves, Teatro Nacional São João ou Accès (s) Festival.
 
Membro fundador da plataforma de arte SOOPA, um laboratório visual, performativo e sonoro, com sede no Porto e ativo desde 1999. Cofundador da editora discográfica SILORUMOR.
Em 2012, co-organizou o programa SONORES - som/espaço/sinal para a Capital Europeia da Cultura de Guimarães.
Deu concertos nos festivais Unsound, Le Guess Who?, Sónar, Primavera Sound, Amplifest, Out.Fest, Milhões de Festa, Neopop, Elevate. A sua música está editada na Ångström, Tzadik, Rotorelief, SiloRumor, House Of Mythology e Wordsound.
Tem o filme/ensaio MÁQUINA DA SELVA / MUNDO DE CRISTAL editado pelo Museu de Serralves. 

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 © Carlos Melo / Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas