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Universidade Lusófona do Porto

Ligações & Discussões 2021

Momentos online de encontro, aprendizagem e debate

Webinar

Data

-

Online

Profª Cândida Manuel
cmmanuel@ulp.pt

14 Abril 2021

Faça aqui a sua inscrição

A 1ª Edição do Ciclo de Conferências online “Ligações & Discussões” decorreu em 2020, e teve como finalidade criar um espaço de conexões em tempo de isolamento, privilegiando temas que suscitaram a reflexão e o debate no seio da comunidade académica e também com a comunidade exterior. Em virtude do sucesso no ano letivo transato, propõe-se dar continuidade em 2021 com a 2ª Edição de "Ligações & Discussões" em torno de temas de interesse atual.

Todas as sessões são ONLINE às quartas feiras, das 18h às 19h. 

Coordenação: Professora Cândida Manuel e Professora Elisabete Pinto da Costa

 

Programa

14 de abril - Contratos de Investimento Estrangeiro e Progresso Social: problemas e desafios numa era de Globalização 
  • Prof.ª Doutora Rosário Anjos | ULP
  • Investimento estrangeiro e Globalização: contextualização. O investimento estrangeiro e os direitos humanos. A Negociação dos Tratados e/ou Contratos de Investimento estrangeiro. A Cláusula de Progresso social: desenvolvimento. A responsabilidade social corporativa. 
28 de abril - O CV e a entrevista de emprego: contributos para a procura de emprego
  • Prof.ª Doutora Carla Magalhães | ULP
  • Ajudar as pessoas a redigir um CV atrativo e a ter uma atitude adequada durante uma entrevista, de forma a poder contribuir positivamente para a procura de emprego, sobretudo quando a retoma económica se verificar.
12 de maio - Slow Tourism - novos "tempos" para o Turismo!
  • Prof.ª Doutora  Isabel Andrés Marques | ULP
  • O Turismo Slow enfatiza o equilíbrio e o respeito pelos recursos finitos e pela forma como se desenvolve a oferta turística. Slow na diversificação da oferta e na sua promoção. Slow na gestão dos recursos humanos, com especial incidência para o trabalho criativo e personalizado. Slow na oferta gastronómica, ancorada em produtos locais e sazonais e na sua fruição sensorial e cultural. Slow na descoberta de lugares, de pessoas, de património, de cultura, incentivando à deambulação, sem imposições horárias, castradoras da contemplação. O futuro do turismo passará por uma abordagem Slow, tanto no processo de desenvolvimento e consolidação dos destinos, como nas experiências que estes proporcionam.
26 de maio - Mercado de trabalho pandemia/pós-pandemia - Soft skills e oportunidades
  • Prof.ª Doutora  Cláudia Hubert | ULP
  • A pandemia acelerou o processo de mudanças no meio organizacional, na perspetiva de gestores e de colaboradores. Nesse contexto, algumas reflexões sobre flexibilidade de horário; processos de admissão e despedimentos; trabalho remoto, semipresencial e ambientes virtuais; digitalização de processos; foco no ser humano; criatividade na execução dos processos e o trabalho colaborativo, são pautas que exigem atenção. Na mesma direção, as Soft Skills devem compor a agenda, com direcionamento para aquilo que é apresentado pelo Fórum Económico Mundial, por exemplo. Tal desenvolvimento posiciona-se como uma oportunidade.

 


 

Eventos Passados

24 de março - Política e políticas públicas num tempo diferente
  • Prof. Doutor António Tavares | ULP
  • Resumo:  O contexto pandémico evidenciou a importância das políticas públicas e a sua conjugação com a política em geral e do Governo em particular. Procura-se, pois, assentar a exposição na importância das políticas públicas de saúde e sociais como resposta às crises económicas, sociais e sanitárias que momentos de exceção provocam. Será analisado em particular o caso português e com referência a União Europeia.
10 de março - Como promover a igualdade e a diversidade nas organizações?
  • Prof.ª Doutora Carla Cerqueira | ULP
  • Resumo:  Nesta sessão partimos da importância da implementação de políticas de igualdade e diversidade nas organizações para discutir estratégias e práticas concretas que possam ser aplicadas no quotidiano. Pretende-se por isso refletir conjuntamente sobre as várias etapas a ter em consideração neste processo e quais as esferas e atores sociais que devem ser encarados como prioritários.
17  de fevereiro - Interação e experiência. "A vida é um sistema de relações" 
  • Professora Doutora Isabel Babo | ULP
  • Resumo:  A resposta à oposição dicotómica tradicional entre o indivíduo e a sociedade faz-se pela interação. O indivíduo constitui-se e individualiza-se num mundo comum, no qual a comunicação, as significações partilhadas, a associação e a experiência são processos essenciais. O espaço comum é um lugar de interações, sociação e individuação. Por sua vez, a experiência é da ordem de uma interação transformadora entre o organismo, ou o indivíduo, e o meio ambiente, ou a sociedade, em que ambos são afetados e se transformam. A partir desta abordagem inicial, pretende-se questionar em que medida a atual situação de pandemia reclama uma reflexão sobre a nossa relação (interação e imersão) com o mundo, com as coisas e os outros seres vivos. Ou seja, encarar as relações entre humanos e não humanos, e a porosa relação com o meio, com o outro, com o corpo social e com a designada natureza, assim como o declínio do indivíduo autocentrado.
27 de janeiro - A China e a questão do multilateralismo
  • Prof. Doutor Paulo Duarte | ULP
  • Resumo:  A China é um ator relativamente tardio em muitos aspetos, incluindo no multilateralismo. Com efeito, a política externa chinesa tem-se caraterizado pelo trato bilateral com outros atores da esfera internacional. Contudo, os últimos anos têm sido marcados por um crescente interesse chinês pelas organizações internacionais e pela Global Governance. Nesta palestra pretende-se analisar a evolução do multilateralismo na perspetiva chinesa, que em alguns casos chega a ser seletivo, em função da idiossincrasia de cada ator e/ou região do mundo. Argumenta-se que está em curso uma transformação do multilateralismo, e dos próprios contornos da globalização mundial, rumo a um sistema sinocêntrico, acompanhado da criação de instituições 'paralelas' às ocidentais, mas que surgem pelo facto de estas últimas já não refletirem com eficácia os interesses dos BRICs, nomeadamente a China.
20 de janeiro - Das salas de espetáculos para o ecrã do computador. E agora que estamos todos online fazemos o quê?
  • Prof. Doutor Carlos Pimenta | ULP
  • Resumo: Ir ver um espetáculo comporta uma dimensão ritualista e social que está, neste momento, condicionada pela situação pandémica que vivemos. É certo que algumas das experiências que ensaiamos presencialmente podem ser virtualizadas. Contudo, a mediação tecnológica a que as mesmas são sujeitas, remete-as para a ordem da representação. Os corpos em relação transformam-se em "corpos sem sombra". A experiência do encontro presencial - que contempla uma multiplicidade de formas de comunicação - é substituída pelo conceito de simulacro, plasmado nas possibilidades técnicas cada vez mais elaboradas dos dispositivos. Nos últimos meses transferimo-nos de forma acelerada para o online – embora essa "transferência" já se viesse a acentuar paulatinamente durante os últimos anos. Devido à nossa condição biológica, habitamos, por enquanto, um outro espaço em que a ordem da experiência se viu alterada. Embora as tecnologias nos perspetivem o futuro, temos agora alguma nostalgia do passado.
 
13 de janeiro - The Challenge Between Human Rights and National Politics
  • Prof. Doutor Yehonatan Elazar | ASSER Institute