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Universidade Lusófona do Porto

Dislexia focada ou focagem dispersa c/ Miguel Palma e José Bragança de Miranda

Ciclo Rivoli/ULP 2020 "Olhares da Terra"

Conferência

Data

Teatro Rivoli

Manuel Bogalheiro
manuel.bogalheiro@gmail.com

29 Setembro 2020

Sinopse
O trabalho de Miguel Palma raramente segue um traço predestinado. Dada a companhia para a conversa, e após uma estimulante discussão no início do ano, o mote para esta conferência é não haver um mote específico. Apenas algumas ideias: um lado de radar - o que interessa e não interessa. Tudo é importante e nada o é.  Tudo o que sabemos é igual, apenas contado de maneira diferente. O resto é sexo e paisagem - envolto numa noção de perdão coletivo e nojo.

Biografia
Miguel Palma nasceu em 1964. Vive e trabalha em Lisboa.
Artista que se apropria das narrativas de uma modernidade em permanente questionamento para melhor refletir sobre o presente, o seu fascínio por ícones da modernidade clássica é evidente: o mundo da aviação, o automóvel, a arquitetura, a natureza (mais ou menos domesticada) e a tecnologia em geral. A criatividade do artista desdobra-se numa pulsão construtiva que convoca e problematiza conceitos como o progresso, a degenerescência, a velocidade e o fracasso.

Com uma atividade continuada por mais de três décadas, as suas obras transitam entre os mais diversos meios, como a escultura, o vídeo, a instalação, o desenho e a performance.

Das suas exposições individuais destacam-se: (Ainda) O Desconforto Moderno, Museu Coleção Berardo, Lisboa (2019); Miguel Palma. A-Z. MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Lisboa (2018); Squelch, Galeria Presença, Porto (2017); Cinq Temps, MUCEM - Museée des Civilisations de l’Europe et de la Méditerraneée, Marselha (2016); Autóctone, Museu de Arte Popular, Lisboa (2014); Desconforto Moderno, CGAC - Centro Gallego de Arte Contemporâneo, Santiago de Compostela (2013); Trajectory: Miguel Palma, ASU Art Museum - Arizona State University, Arizona (2012); Linha de Montagem, CAM - Fundação Claouste Gulbenkian, Lisboa (2011); Private View/Jaguar Project, Warwick Arts Centre, Coventry (2010); COMMA01: MIGUEL PALMA - OSMOSIS, Bloomberg Space, Londres (2009); O Mundo às Avessas, Culturgest, Lisboa (2007); Aríete, Circulo de Bellas Artes, Madrid (2006); Miguel Palma. Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto (2000); Exposição de Ocasião, Museu Nacional de Arte Contemporânea, Lisboa (2000); Traject, CCC - Centre de Création Contemporain, Tours (1997); Olho Mágico, Galeria Quadrum, Lisboa (1993); Projecto Cemiterra-Geraterra, CAM - Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1991); Ludo, Galeria Quadrum, Lisboa (1989).

Está representado em inúmeras coleções públicas e privadas, nacionais e internacionais tais como Fundação Serralves (Porto, Portugal), Coleção Berardo (Lisboa, Portugal), Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, Portugal), Museu Nacional de Arte Contemporânea (Lisboa, Portugal), Centre Pompidou (Paris, França), FRAC - Limousin (Limoges, França), FRAC - Centre (Orléans, França), IAC - Institut d’Art Contemporain (Villeurbanne, França), CCC - Centre de Création Contemporaine (tours, França), CGAC - Centro Gallego de Arte Contemporâneo (Santiago de Compostela, Espanha), Colección ARCO (Madrid, Espanha), MUDAM - Musée D’Art Moderne Grand-Duc Jean (Luxemburgo), ASU Art Museum - Arizona State University Museum (Arizona Estados Unidos da América), Phoenix Art Museum (Phoenix, Estados Unidos da América), entre outras.