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Universidade Lusófona do Porto

Deslocamentos da Terra e do Sujeito

A politicalidade sismográfica da obra de Marlene Monteiro Freitas

Conferência

Data

Teatro Rivoli

Manuel Bogalheiro
manuel.bogalheiro@gmail.com

27 Outubro 2020

Sinopse
Abertura, Impureza e Intensidade são denominadores comuns que atravessam a obra de Marlene Monteiro Freitas, e sobre os quais nos propomos refletir. Com uma metodologia de montagem ancorada na sobredeterminação das imagens, no inconsciente e na disseminação de sentidos, Marlene propõe aberturas nos campos epistemológicos e estéticos de uma hegemonia ocidental, deslocando olhares sobre a Terra e sobre o Sujeito.
Na era do planetário, onde vigora uma circularidade de redes e proliferação de imagens alicerçadas no poder hegemónico de um capitalismo global, a abertura de campos de experimentação do olhar e do pensamento torna-se imperativa. As peças de dança Guintche (2010) e Jaguar (2015) servirão de mote para uma reflexão sobre a politicalidade sismográfica da sua obra.

Oradora
Alexandra Balona é investigadora e curadora independente, sediada no Porto. Curadora no espaço Rampa, é co-fundadora de PROSPECTIONS for Art, Education and Knowledge Production. Foi co-curadora de Metabolic Rifts, co-editora de Metabolic Rifts. Reader (2019) e co-editora de An Untimely Book (2018). É doutoranda na European Graduate School & Lisbon Consortium e investigadora do CECC-FCH-UCP. Integra o conselho editorial da revista Sinais de Cena, é crítica de dança no jornal Público e publica em revistas como Contemporânea e Art Press.