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Universidade Lusófona do Porto

Será o Ciberjornalismo um Espaço Público seguro?

V Conferência Jornalismo Frankenstein

Conferência

Data

-

Vanessa Rodrigues
vnaroiz@gmail.com

26 Maio 2020

O evento é público, através de transmissão em direto no Facebook do ULP #infomedia, permitindo a interação dos internautas através dos comentários.

Primeira sessão: 11h30- 13h30
Segunda sessão: 15h30-17h30

"Será o Ciberjornalismo um Espaço Público seguro?" é o tema da V Conferência anual Jornalismo Frankenstein, que se vai realizar no dia 26 de maio, de manhã e de tarde, numa estreia totalmente online, através de transmissão em direto no Facebook do ULP #infomedia. O formato será de conversa e interação em rede com os diferentes convidados e internautas, com mediação dos estudantes finalistas. A primeira sessão será das 11h30 às 13h30. A segunda: das 15h30 às 17h30. O evento é já um ex-libris da Licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Lusófona do Porto, organizado e dinamizado pelos finalistas do ramo de Jornalismo, sob orientação da docente e jornalista Vanessa Rodrigues, no âmbito da unidade curricular de Ciberjornalismo. 

A ideia do Jornalismo Frankenstein é não só aproximar o mundo laboral ao universo académico, como também tentar perceber e refletir que Jornalismo é este que estamos a produzir e para quem o estamos a produzir. 

Desta vez, os estudantes vão provocar o debate sobre os constrangimentos e os desafios inerentes à Opinião Pública, no ciberespaço, ao mesmo tempo que se reflete quer sobre a (in)segurança e as práticas do Ciberjornalismo, quer sobre a importância da desconstrução de discursos de ódio. Mais uma vez, o Jornalismo Frankenstein tenta juntar as peças de uma anatomia em construção: as tendências, a participação democrática e a responsabilidade da comunicação social na web. Para isso, traz ao universo da ULP profissionais de renome, como o fotojornalista Eduardo Leal, profissional baseado em Macau e amplamente premiado - nomeadamente com uma Menção Honrosa, em 2019, no prémio Estação Imagem, na categoria de Desporto- o qual tem trabalhado em contextos de liberdade de expressão limitada. 

No passado, o evento já contou com nomes como Ana Isabel Reis (JPN e Universidade do Porto), Amílcar Correia (P3), Nuno Santos (TKNT), Aline Flor - Público (podcast Do Género), Sérgio Felizardo (Vice), Duarte Guerreiro (Guilhotina), Tomás Pereira (É Apenas Fumaça), Sofia Marvão (Jornal de Notícias), entre outros. 

Oradores

Eduardo Leal
Fotojornalista e Jornalista, trabalhando em contextos de insegurança e repressão política - controlo de redes e falta de liberdade de expressão. Já trabalhou na Colômbia e Venezuela e, atualmente, trabalha na Ásia, baseado em Macau. Já cobriu. igualmente, manifestações dos estudantes na PolyU em Hong Kong em condições extremamente controladas. Tem trabalhos assinados em vários órgãos de comunicação social como: The Washington Post, Time, Al Jazeera America, CNN, Bloomberg, The Wall Street Journal, The Guardian, Dagens Nyheter, Svenska Dagbladet, Aftonbladet, Die Press, Courrier International, Terra Mater Magazine, Greenpeace Magazine, Mashable, Wired, VQR, Roads & Kingdoms, Doc!, British Journal of Photography, among others.

Francisco Espinhaço
Francisco Espinhaço é um advogado do Porto. Formador do CDP, da Ordem dos Advogados, Presidente do Conselho Fiscal do Instituto Cultural D. António Ferreira Gomes, no Porto e, Vogal do Conselho de Deontologia do Porto da Ordem dos Advogados. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e fez pós-graduação em Direito Penal Económico e Europeu. Licenciou-se ainda em Educação de Adultos pelo Instituto Politécnico do Porto.

Carla Cerqueira
Doutorada em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho, com especialização em Psicologia da Comunicação, a investigadora e professora universitária Carla Cerqueira integra o Conselho de Opinião da RTP enquanto representante das ONG do Conselho Consultivo da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.
Estuda as relações entre género e os média, as desigualdades sociais e a comunicação no quadro das ONG.  

Tomás Magalhães
Tomás Magalhães tem 32 anos, é natural da cidade do Porto e ajuda milhares de famílias carenciadas na Índia através do projeto do qual é fundador, Kolkata Monsoon Relief.